domingo, 30 de setembro de 2012

Industrialização

Industrializacao
Alemanha
- rio Reno e Rhur (carvao mineral para siderúrgicas) - Porto de Roterdã (muito importante)

França
- alsácia e Lorena (siderúrgias)
- Paris (rio sena) - mao de obra qualificada

Inglaterra
- Londres (regiao mais industrializada)
- estagnação economica neoliberalismo (tatcher)
- processo de desindustrializacao

Italia
- norte (piemonte e rio pó) rico e Sul (mezzogiorno) pobre (latifundios e mão de obra barata)

EUA
- inicialmente - regiao nordeste - manufacturing belt (mão de obra, colonização, grandes jazidas, grandes lagos e apalaches)
- agora - sun belt - encarecimento do belt antigo, incentivos governamentais.
- principais regiões - vale do silício e sudeste - desenvolvimento de tecnologia de ponta

Japao
- seculo XIX - pais governado pelos xoguns (samurais), fechado e pouco desenvolvido - semi feudal
- "golpe" dos zaibatsus (burgueses) para entrar no poder, na revolucao Meiji
- investimento estatal em educacao e infraestrutura
- imperialismo
- choque com os EUA - destruição da economia
- reconstrução - ajuda dos EUA para a não socialização do país
- milagre japonês - motivos: desvalorização do iene, politica exportadora de bens tecnológicos e o pequeno investimento militar
- consequencias - forte mercado interno, mesmo com altos índices de poupança, desenvolvimento vertiginoso e avanço sobre os tigres asiáticos

Tigres asiáticos
- criação do cordão sanitário no pós segunda guerra - paises capitalistas que barravam o crescimento socialista na regiao
- mão de obra barata e um pouco especializada, "ajuda" do japao.
- plataformas de exportacao - visam o mercado externo, exportando bens tecnológicos de baixo e médio custo
- motivos: diminuicao do poderio das organizacoes trabalhistas, desvalorização cambial, restrição ao consumo interno, investimento na educacao e nas infra-estruturas.
- consequencias: melhora grande - busca de novos tigres (mesmo papel do japao), local de investimentos estrangeiros (confiabilidade)

Brasil
- consequencia direta da crise de 1929
- investimento das elites paulistas na industrializacao - dinheiro e local propicio, com certa infraestrutura
- substituicao de importações - uso das industrias para o mercado interno, suprindo a falta de produtos externos. Não teve capacidade de exportar
- industrializacao a qualquer custo - tripé economico (capital privado nacional e internacional; o Estado entrando com infraestrutura)
- isenção de impostos e facilidade para entrada de multinacionais no Brasil (guerra fiscal)
- endividamento externo (para as obras internas) e periferizacao da populacao

- desconcentracao - aumento da flexibilidade das empresas, problemas comuns das metropoles (transito, preço do solo metropolitano, mão de obra cara e organizacao dos trabalhadores), incentivos fiscais (guerra fiscal)
- formacao de tecnopolos no interior.

Industrias
Base - intermediária - bens de consumo (duráveis e não duráveis)

Artesanato (trabalhador dita ritmo de trabalho) x producao fabril (industria dita ritmo de trabalho)

Taylorismo fordismo - especialização do funcionário, estoques, férias coletivas.
Toyotismo - nasce no japao pós guerra = nacao destruída.
- just in time (sem estoque), menor especializacao trabalhista.

Sistema respiratório

Ficha 1
O local onde ocorrem as trocas gasosas do organismo é denominado superfície respiratória (que deve sempre estar umida para facilitação das trocas gasosas).
Respiração cutânea é aquela que utiliza da superfície corporal como superfície respiratória. Os exemplos podem ser aquaticos (poriferos e celenterados) ou terrestres (anfíbios e oligoquetos).
Branquias são projeções do corpo do individuo, que entram em contato direto com a agua, obtendo assim gases necessarios a respiração. Tres exemplos de animais com branquias: peixes, crustáceos e equinodermas
Traquéias são finos tubos que distribuem o ar diretamente às celulas. Está presente em grande parte dos artropodes.
Pulmoes são bolsas de ar, localizadas dentro dos organismos, que se conectam com o sistema circulatorio. Estao Presentes nos moluscos (caracol), aracnídeos e vertebrados.

Ficha 2
Os gases são transportados por difusao, do ambiente para a superfície respiratória. Tudo está baseada nas pressões parciais dos gases oxigenio e gas carbonico, transportando esses gases entre o sistema circulatorio e respiratorio.
A ventilação (renovação do ar) é importante para o sistema respiratorio continuar funcionando, uma vez que esse precisa de diferenca de concentracao para trabalhar. Os peixes usam do operculo para essa ventilação e os sapos diminuem o espaco da cavidade torácica.
Pigmentos respiratórios são moleculas que ajudam no transporte dos gases. A hemoglobina e a hemocianina (azul) são exemplos, presentes em vertebrados e moluscos/artropodes.
O gas carbonico é transportado prioritariamente (70%) na forma de bicarbonato, mas tambem pode ser levado com proteinas (carboximoglobina) ou no plasma sanguineo.

Ficha 3
A sequencia de passagem de ar do nariz até o pulmão é: fossas nasais, a boca, a faringe, a laringe, a traquéia, os brônquios e os bronquiolos. É importante notar que o certo é respirar pelo nariz, que contem as fossas nasais e o septo nasal. Isso deve-se ao fato que o ar é filtrado e aquecido nas fossas nasais, impedindo ressecamento das vias respiratórias e doencas respiratórias em geral.
A epliglote é parte da laringe, uma "lingüeta" cartilaginosa, e é importante pois impede que o ar e o alimento se misturem no processo digestivo e respiratorio.
Os anéis cartilaginosos que revestem a traquéia e os brônquios tem a funcao de protecao e dão maior resistência a esses orgaos. Já os cílios internos, que os revestem por dentro, tem a funcao d misturar as bacterias e impurezas com o muco e saliva, para ser digerido.
As ramificacaes do pulmão vao ficando cada vez mais finas, constituídas de bronquiolos. Esse conjunto recebe o nome de arvore respiratória, por seu aspecto. Já os alvéolos pulmonares são pequenas bolsas, formadas por celulas achatadas, recobertas por capilares sangüíneos. O processo de trocas gasosas que ocorre nos alvéolos é a hematose, quando ocorre a difusao dos gases, segundo a concentracao desses.
A ventilação humana acontece atraves dos movimentos do diafragma, dos musculos intercostais e da caixa torácica, que modifica a pressao interna dos pulmoes, expelindo ou impelindo ar. Capacidade vital é o total de ar que pode existir nos pulmoes e ar residual é o total de gases que fica no pulmao mesmo depois do individuo expirar totalmente.
A respiração é controlada pelo SNC, mais especificamente pelo bulbo cerebral. A intensidade da respiração depende da concentracao de gás carbonico no sangue (quanto mais, mais rápida fica a respiração)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

4 razões para um estudante ter um iPad

O iPad é uma excelente ferramenta na vida de um vestibulando ou universitário. É importante notar que esse tablet ajuda nos estudos de diversas maneiras, dinamizando algumas funções do dia a dia que um computador não pode dinamizar. Por isso, escrevo agora um texto sobre algumas razões para voce ter um iPad (ou similar que lhe agrade) se voce é um estudante.

É um caderno organizado
Eu sempre pensei o que faria com todos os meus cadernos do ensino médio quando comecei o primeiro ano. Eu não gosto muito de lê-los, pois minha letra é um pouco garranchada e, na pressa da aula, é dificil copiar desenhos, gráficos, tabelas, entre outros, de modo bonito. Depois de um tempo, comprei um iPad, no meio do meu primeiro ano do ensino medio. Esse fato simplesmente mudou a dinâmica de meus estudos.

Em primeiro lugar, comprei o aplicativo Pages para iPad, que nada mais é do que um word para IOS. Esse aplicativo permite a escrita em diferentes letras e tamanhos, permite o uso de gráficos e tabelas, e permite também que os arquivos sejam salvos em formato pages, word e pdf. Desde que comecei a usa-lo, me organizei muito mais nas matérias, aprendi a copiar tudo que o professor fala de importante e não escreve (onde estudo é permitido o uso de iPads na sala de aula) e salvava tudo com possibilidade de mudar alguma coisa, complementar, inserir dados no meio do texto sem desorganizar. Como tenho o iPad 2, uso a câmera dele para fotografar as imagens da lousa.

É importante notar que há mais aplicativos que servem para o mesmo fim. Existe o goodnotes, o goodshelf, o Pencilnotes, entre outros. Para desenhos, há o sketchbook, que é muito bom por sinal, permitindo a escolha de texturas, diferentes lápis e cores, além de oferecer a opcao de simetria, formas geométricas, etc.

2. Oferece aplicativos de organizacao de agenda
O iPad já vem integrado com um calendário proprio, mas eu, particularmente, não gosto muito dele. Eu uso o iStudiez pro, que organiza as aulas, as provas e a nota mensal e anual da maneira que voce quiser.

3. Portabilidade
A questao da portabilidade do iPad é inegável. Pense como não seria bom levar apenas o iPad para a faculdade ou escola, se livrando dos inúmeros livros. Além dele servir como caderno, é possivel tambem usá-lo como leitor de livros, e os adquirir pelas diversas lojas de livro online (normalmente em formato .epub). Portanto, voce pode se livrar de um peso nas costas e tambem acessar suas notas, resumos e tabelas a qualquer momento e em qualquer lugar. E detalhe: a bateria dele dura até 10h, ou seja, se voce carregar de noite, poderá usa-lo por todo o dia (depois de um tempo você não conseguirá fazer nada sem ele) e ter a bateria ainda sobrando cerca de 20% de carga.

4. Não imprima mais documentos
Sabe aquela lista enorme de exercicios que o professor de matematica passou, com 100 questões e voce já pensa que ela vai acabar com seu cartucho? Com o iPad não há esse problema. O conforto de ler nele é tao grande que às vezes, depois de um tempo, acaba sendo estranho ler no papel. Além de tudo, com o uso do iPad, se houver alguma dúvida, pode haver o acesso direto a resolução via internet (se houver sinal, logicamente).

Por enquanto é isso pessoal, aos poucos vou acrescentando mais motivos e dicas para voce, leitor!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Herança pesada - FHC

A presidenta Dilma Rousseff recebeu uma herança pesada de seu antecessor. Obviamente, ninguém é responsável pela maré negativa da economia internacional, nem ela nem o antecessor. Mas há muito mais do que só o infortúnio dos ciclos do capitalismo.

Comecemos pelo mais óbvio: a crise moral. Nem bem completado um ano de governo e lá se foram oito ministros, sete dos quais por suspeitas de corrupção. Pode-se alegar que quem nomeia ministros deve saber o que faz. Sem dúvidas, mas há circunstâncias. No entanto, como o antecessor desempenhou papel eleitoral decisivo, seria difícil recusar de plano seus afilhados. Suspeitas, antes de se materializarem em indícios, são frágeis diante da obsessão por formar maiorias hegemônicas, enfermidade petista incurável.

Mas não foi só isso: o mensalão é outra dor de cabeça. De tal desvio de conduta a presidenta passou longe e continua se distanciando. Mas seu partido não tem jeito. Invoca a prática de um delito para encobertar outro: o dinheiro desviado seria "apenas" para o caixa 2 eleitoral, como disse Lula em tenebrosa entrevista dada em Paris, versão recém-reiterada ao jornal The New York Times. Pouco a pouco, vai-se formando o consenso jurídico, de resto já formado na sociedade, de que desviar dinheiro é crime, tanto para caixa 2 como para comprar apoio político no Congresso Nacional. Houve mesmo busca de hegemonia a peso de ouro alheio.

Mas não foi só isso que Lula deixou como herança à sucessora. Nos anos de bonança, em vez de aproveitar as taxas razoáveis de crescimento para tentar aumentar a poupança pública e investir no que é necessário para dar continuidade ao crescimento produtivo, preferiu governar ao sabor da popularidade. Aumentou os salários e expandiu o crédito, medidas que, se acompanhadas de outras, seriam positivas. Deixou de lado as reformas politicamente custosas: não enfrentou as questões regulatórias para acelerar as parcerias público-privadas e retomar as concessões de certos serviços públicos. A despeito da abundância de recursos fiscais, deixou de racionalizar as práticas tributárias, num momento em que a eliminação de impostos se poderia fazer sem consequências negativas: a oposição conseguiu suprimir a CPMF, cortando R$ 50 bilhões de impostos, e a derrama continuou impávida.

É longa a lista do que faltou fazer quando seria mais fácil. Na questão previdenciária, o único "avanço" não se concretizou: a criação de uma previdência complementar para os funcionários públicos que viessem a ingressar depois da reforma. A medida foi aprovada, mas sua consecução dependia de lei subsequente, para regulamentar os fundos suplementares, que nunca foi aprovada. As centenas de milhares de recém-ingressados no serviço público na era lulista continuaram a se beneficiar da regra anterior. Foi preciso que novo passo fosse dado pelo governo atual para reduzir, no futuro, o déficit da Previdência. Que dizer, então, de modificações para flexibilizar a legislação trabalhista e incentivar o emprego formal? A proposta enviada pelo meu governo com esse objetivo, embora assegurando todos os direitos trabalhistas previstos na Constituição, foi retirada do Senado pelo governo Lula em 2003. Agora é o próprio Sindicato Metalúrgico de São Bernardo do Campo que pede a mesma coisa...

Mas o "hegemonismo" e a popularidade à custa do futuro forçaram outro caminho: o dos "projetos de impacto", como certos períodos do autoritarismo militar tanto prezaram. Projetos que não saem do papel ou, quando saem, custam caríssimo ao Tesouro e têm utilidade relativa. O exemplo clássico foi a formação a fórceps de estaleiros nacionais para produzirem navios-tanque para a Petrobrás (pagos, naturalmente, pelos contribuintes, seja por meio do BNDES, seja pelos altos preços desembolsados pela Petrobrás). Depois do lançamento ao mar do primeiro navio, com fanfarras e discursos presidenciais, passaram-se meses para se descobrir que o custo não fez jus a tanta louvação. Que dizer dos atrasos da transposição do São Francisco, ou da Transnordestina, ou ainda da fábrica de diesel à base de mamona? Tudo relegado aos restos a pagar do esquecimento.

O que mais pesa como herança é a desorientação da política energética. Calemos sobre as usinas movidas "a fio d'água", cuja eletricidade para viabilizar o empreendimento terá de ser vendida como se a produção fosse firme o ano inteiro, e não sazonal. Foi preciso substituir o companheiro que dirigia a Petrobrás para que o País descobrisse o que o mercado já sabia, havendo reduzido quase pela metade o valor da empresa. O custo da refinaria de Pernambuco será dez vezes maior do que previsto; há mais três refinarias prometidas que deverão ser postergadas ad infinitum. O preço da gasolina, controlado pelo governo, não é compatível com os esforços de capitalização da Petrobrás. Como consequência de seu barateamento forçado - que ajuda a política de expansão ilimitada de carros com a coorte de congestionamentos e poluição - a produção de etanol se desorganizou a tal ponto que estamos importando etanol de milho dos Estados Unidos!

Com isso tudo, e apesar de estarmos gastando mais divisas do que antes com a importação de óleo, o presidente Lula não se pejou em ser fotografado com as mãos lambuzadas de petróleo para proclamar a autossuficiência de produção, no exato momento em que a produtividade da extração se reduzia. No rosário de desatinos, os poços secos, ocorrência normal nesse tipo de exploração, deixaram de ser lançados como prejuízo, para que o País continuasse embevecido com as riquezas do pré-sal, que só se materializarão quando a tecnologia permitir que o óleo seja extraído a preços competitivos, que poderão tornar-se difíceis com as novas tecnologias de extração de gás e óleo dos americanos.

É pesada como chumbo a herança desse estilo bombástico de governar que esconde males morais e prejuízos materiais sensíveis para o futuro da Nação.    

Sistema circulatório

O sistema circulatorio dos vertebrados é constituido pelo sangue (fluido), vasos sangüíneos e coração. As suas principais funcoes são: transporte de nutrientes, oxigenio e hormônios; a remoção de gas carbonico e restos de metabolismo, além do transporte de anti corpos. O sistema circulatorio pode ser aberto (a hemolinfa é levada aos tecidos e cai em lacunas ou homocelas) ou fechado (o sangue fica sempre dentro dos vasos sangüíneos, que podem ser artérias [ida] ou veias [volta]).

Artérias são vasos sangüíneos que levam o sangue do coração aos tecidos. Possuem tres epitelios (endotélio, musculos lisos e tecido conjuntivo, de dentro para fora). A artéria pode relaxar ou contrair, mudando a pressao sanguinea. Capilares sangüíneos são vasos muito finos que ligam pequenas artérias a pequenas veias, "molhando" as celulas com o fluido tissular. Há esfíncteres pré capilares, que controlam a passagem de sangue nos capilares. Veias são parecidas com artérias, mas menos resistentes. Possuem válvulas que não permitem que o sangue "volte". Fazem o caminho inverso das artérias.


O coração é constituido por câmaras (ventrículos na parte inferior e átrios na superior), válvulas, artérias e veias. A comunicacao acontece sempre entre atrio e ventrículo, nesta ordem (atrio direito e ventrículo direito - válvula tricuspide; ventrículo esquerdo e atrio esquerdo - válvula bicuspide)

A Contracao de uma camara cardíaca chama-se sístole e seu relaxamento é denominado diástole. Neste ínterim, define-se ciclo cardíaco como a sequencia completa de diástoles e sístoles da camara do coração. O processo inicia-se nos átrios e termina nos ventrículos, com o fechamento de algumas areas, para impedir o refluxo. Os sons ouvidos nas batidas do coração são os fechamentos das válvulas das artérias e das cúspides.

A freqüência cardíaca é controlada pelo nódulo sino atrial (emite sinais elétricos) e pelo nódulo atrioventricular (espalha os sinais elétricos). A pressao arterial é a pressao exercida pelo sangue na parede das artérias. A sistolica (máxima) é normalmente 120 mmHg e a diastolica (mínima) é comumente 80 mmHg de mercúrio. O retorno do sangue ao coração deve-se a contracao de músculo esqueléticos.

A circulacao pulmonar é uma das duas que existem, sendo o ciclo mais curto, englobando coração - pulmao e coração novamente. A segunda circulacao é a sistemica, que atinge todo o corpo e volta ao coração, sendo o ciclo mais longo. Na primeira, o sangue chega ao coração pelas veias cava (superior é da parte superior do corpo e Vice e versa), indo ao atrio direito e ventrículo direito, se direcionando para a artéria pulmonar e dividindo-se para os dois pulmoes. Na segunda, pelas veias pulmonares, o sangue entra no atrio esquerdo, depois vai ao ventrículo esquerdo e é bombeado à artéria aorta, distribuindo o sangue por todo o corpo.
Com exceção das artérias e veias pulmonares, todas as artérias carregam sangue arterial (rico em oxigênio) e todas as veias carregam sangue venoso (pobre em oxigenio).


A linfa é extremamente parecida com o sangue, mas não contem hemacias. Seus glóbulos brancos são primordialmente linfócitos, enquanto que os glóbulos brancos do sangue são metade linfocitos.

O sistema linfático é formado por vasos linfáticos, que diferem de capilares sangüíneos por possuírem fim "cego", ou seja, terem um fim. Tem a funcao primordial de devolver o liquido tissular acumulado nos tecidos à circulacáo sanguinea. Se esse sistema deixar de cumprir essa funcao, pode haver um edema linfático, que se caracteriza pelo inchaço do corpo, pois há retenção de líquido nos tecidos. Na rede linfática, há gânglios linfaticos, responsaveis pela defesa do corpo, atraves dos linfocitos. Quando há infecção bacteriana, há multiplicação das celulas desses pequenos orgaos, o que faz com que haja um inchaço na area, conhecido como íngua.